‘House of Stars’, uma montanha russa de sentimentos

Olá, best friends! Sou a Andie, responsável por fazer o review de ‘House of Stars‘. Serei brutalmente sincera a respeito de tudo que vi e senti no decorrer dessa série ma-ra-vi-lho-sa!

Ao início, tentaram fazer um suspense em relação ao acidente mostrado, mas não achei necessário inserir esse acontecimento no piloto, uma vez que não trouxeram informações adicionais depois.

Os personagens foram muito bem elaborados e a atuação foi excelente. Claro que há algumas lacunas que devem ser preenchidas no decorrer da próxima temporada, isto é, caso tenha… E se houver, podem apostar que estarei aqui!

[CONTÉM SPOILERS!]

Em House of Stars, temos personagens que as personalidades se harmonizam ou causam um completo caos…

Pouco tempo para muito plot…

Os produtores da série tocaram em pontos críticos, demonstrando a realidade da indústria de entretenimento no geral, como fãs stalkers são e o fato de que tudo, seja verdade ou não, viraliza nas redes sociais na velocidade da luz. O plot da série tem lacunas citadas anteriormente, mas vou entrar mais nesse assunto para sua melhor compreensão, best friend!

Foram poucos episódios para tantos acontecimentos. Tivemos a breve introdução do acidente – que sinceramente foi um pouco atrapalhada; também tivemos pouco sobre o “relacionamento” de Phawin e Korn, não foi tão explorado quanto deveria.

Quando começou a atração? Por que tamanha implicância entre Mintra e Phawin e por que iriam tão longe por um homem para desistirem tão rápido no final?

O tempo em si não foi bem explorado na série e por esse motivo espero uma segunda temporada para que possam explicar melhor o passado de todos. Susie era uma mulher famosa na indústria tailandesa mas saiu dos holofotes por conta de um “erro”, queria tanto saber mais sobre isso. Uma carta só não vai satisfazer nossa curiosidade.

Antes de qualquer coisa, vamos falar sobre o intuito desta mansão e sobre a anfitriã, Susie, que costumo chamar de Kris Jenner tailandesa. Eu sei, é bobo, mas vou explicar o porquê, ou talvez já esteja explícito…

Ela é uma mulher bem-sucedida, com uma companhia que gerencia atores com o intuito de torná-los famosos. Susie impõe algumas regras, os atores devem sempre informar quando e onde vão, devem seguir um horário estrito, não devem ter relações uns com os outros, e caso não cumpram alguma regra recebem punições.

A regra sobre relações é um pouco incoerente, uma vez que ela instalou câmeras de segurança escondidas na mansão e consegue ver tudo que acontece, seja um beijo inocente, mãos dadas, abraços ou cenas NC, mas não menciona nada, apenas quando é conveniente para ela. A impressão que tive ao tentar racionalizar as ações e trejeitos dela é que ela possui um tipo de complexo de Deus ou narcisismo.

Quero lembrá-los que Susie passou por muita coisa, e ela tenta proteger os meninos à sua maneira, pois já teve experiências das quais se arrepende e não quer que eles trilhem o mesmo caminho que ela. Nisso entra o filho dela, que simplesmente surgiu, e não agregou. Se trouxe, não percebi, não teve sentido. Me deu uma vibe sociopata, mas se tentar ver pelo lado dele é até compreensível o tipo de sentimento negativo que ele deve ter alimentado a vida inteira por ter sido rejeitado pela própria mãe.

Abaixo de Susie, temos Host, que no decorrer da série descobrimos ser filha dela. Host parece ser uma excelente pessoa, ela é o tipo perfeito de anfitriã, é sensata e é claro que deve seguir ordens maldosas, mas não demonstra tanto desdém aos outros quanto sua mãe o faz.

Mas voltando para o plot problemático…

Se eu for tentar desgrenhar esta série, vamos começar com o plot principal, por se dizer. Susie desde o começo mostra grande apreço ao Gun, um dos atores da
mansão. Ele demonstra ser um homem calmo, focado e trabalha duro em sua carreira, o que desencadeia um tipo de admiração vinda de Pitch, que atua em séries BL com Zo, e acaba iniciando uma jornada controvérsia.

Vamos lá, explico o porquê:

Tudo bem querer aperfeiçoar sua metodologia, a forma com a qual expressa seus sentimentos quando as câmeras estão rolando, certo?

O porém é, Pitch tem seu parceiro de filmagem, Zo. Pessoalmente, esperava que os dois fossem atrás de melhorias juntos, no entanto, o que aconteceu foi o
contrário, causando um sentimento de rejeição no Zo. E como não sabia que ele era um lobo em pele de cordeiro até o finalzinho da série, eu fiquei com dó.

“Mas por que um lobo em pele de cordeiro, Andie?”

Por fora ele é uma pessoa amável e gentil, mas por dentro é completamente diferente, acabando que sendo um ser movido pelo ódio. Entendo os motivos pelos quais ele buscou vingança, mas nada justifica tirar uma vida e arruinar tantas outras coisas.

Mintra é uma bela jovem com um grande futuro à sua frente, mas algo a impede de prosseguir, um desejo incurável por Korn. Ela presenciou traições, foi colocada de lado por ele e ainda assim tentou até seu último recurso. Sinto que a personagem não teve sua história bem explorada, acredito que ela tenha sido muito ingênua ao pensar que Korn ficaria com ela. Não julgo, já fomos adolescentes e imaturos com sonhos maiores que a realidade, e está tudo bem. Fiquei feliz por ela finalmente deixar essa ilusão amorosa para lá para que possa focar em sua carreira, enquanto Korn come o pão que o diabo amassou e ainda terá sobremesa, porque vai atuar em uma série em parceria com ninguém menos que Phawin, ah, como espero que sofra.

Mencionei fãs stalkers anteriormente, e disso partimos para a Lalit. Desde o início me foi tão desagradável, mas acho que esse foi o intuito dos produtores. Mostrar a realidade nua e crua do quão invasivos os fãs podem ser, monitorando e compartilhando cada movimento dos idols em suas redes sociais. No entanto, ao final ela ficou responsável pelo cargo antigo da Host e demonstrou ser boa no que faz, é isso que importa.

Zo ainda deve pagar caro e parcelado em 48x no crédito por tudo que fez e os demais personagens também devem ter suas histórias contadas de uma forma mais ampla. Eu adoraria ver o crescimento de todos eles, inclusive do meu casal favorito: Wayha e Wayu.

O que mais me fez feliz durante toda essa série foi ver a evolução sensacional que eles tiveram, de amigos a namorados, com uma inocência linda vinda de ambos, a forma com a qual eles estavam dispostos a sair da casa para explorarem seu relacionamento, como um ajudou o outro quando em necessidade. Meu cérebro TDAH teve cargas e cargas de dopamina com esse casal, tomara que criem uma série deles!

Conclusão

Houve espaço para explorar todos os personagens de forma que nenhum ficasse de lado como alguns ficaram. As histórias que foram exploradas ficaram incompletas e há mais dúvidas que afirmações ao final de tudo. Apesar disso, minha nota é 3,5 de 5.0.

Mais uma vez, espero por uma segunda temporada e um plot twist onde a Susie nem sequer morreu de verdade. Inocente que fala, né? Eu sou.

Foi um prazer imenso fazer o review dessa série, ela está acima da média (sou bem criteriosa) na minha opinião.

Agradeço aos que leram até aqui, adoro todos vocês e os vejo no próximo review! ♥

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